O policial civil Felipe Marques faleceu no último domingo, dia 17, após ser baleado na cabeça durante uma operação na comunidade da Vila Aliança, localizada na zona oeste do Rio de Janeiro. O agente de segurança comandava os helicópteros da Coordenadoria de Recursos Especiais quando sofreu o ataque, que foi realizado por criminosos que dispararam contra a aeronave.
Após o incidente, Felipe recebeu atendimento médico no Hospital Municipal Miguel Couto, que está situado no bairro da Gávea. A gravidade de seus ferimentos foi acentuada pela perda de aproximadamente 40% do crânio, o que deixou seu estado de saúde em condição crítica por um período prolongado.
Apesar do susto inicial, o piloto conseguiu retornar para casa após alguns dias. Nos meses seguintes, ele passou por uma série de procedimentos cirúrgicos, tentando se recuperar das consequências do ataque.
A despedida de Felipe foi marcada por uma homenagem emotiva de sua esposa, Keidna Marques, que utilizou suas redes sociais para expressar sua dor e gratidão. Em seu post, ela descreveu o marido como um guerreiro e ressaltou a importância de seu legado. "Um guerreiro do início ao fim. Hoje nos despedimos com dor, mas também com gratidão por toda força, amor e exemplo que deixou em nossas vidas", escreveu Keidna.
A Secretaria de Polícia Civil do Rio de Janeiro emitiu uma nota oficial lamentando a morte do policial. O documento destacou a batalha corajosa que Felipe enfrentou desde o ataque, ressaltando a força e a fé de sua família, especialmente de sua esposa, que mobilizou amigos e colegas em busca de sua recuperação. O governo estadual prestou solidariedade aos amigos e familiares do agente falecido, reconhecendo o impacto de sua perda.
A morte de Felipe Marques traz à tona os desafios enfrentados pelas forças de segurança em áreas de conflito, além de suscitar reflexões sobre a violência que permeia diversas comunidades do Rio de Janeiro.



