O Estado oficializou em Cascavel, nesta terça-feira, um projeto que estabelecerá um módulo piloto de agricultura de precisão chamado CIA-Agro. A iniciativa terá duração de 27 meses e será desenvolvida em regiões do Norte e Oeste, com monitoramento de máquinas agrícolas por telemetria e uso de sensores para coleta de dados agronômicos, ambientais e operacionais.
Além da aplicação tecnológica, o projeto contempla ações para disseminação do conhecimento. Serão criadas vitrines de demonstração e eventos voltados à capacitação de produtores, técnicos, pesquisadores e estudantes com soluções baseadas em inteligência artificial e plataformas digitais.
A parceria envolve a Secretaria da Inovação e Inteligência Artificial, a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e a Fundação Araucária, com participação da Universidade Estadual de Londrina (UEL). A coordenação técnica ficará a cargo do Centro de Inteligência Artificial no Agro (CIA-Agro/UEL), que atua em rede colaborativa como um Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI).
Entre os participantes, estão o Ministério da Agricultura e Pecuária, cooperativas e unidades da Embrapa, como a de Soja, Agricultura Digital e Instrumentação. O secretário responsável destacou que a meta é democratizar o acesso a tecnologias de ponta, antes restritas a grandes grupos.

