A Corregedoria Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro decidiu afastar preventivamente o escrivão Eduardo Bolsonaro do cargo na Delegacia da PF em Angra dos Reis.
A medida foi adotada no âmbito de um Processo Administrativo Disciplinar instaurado em 27 de janeiro para apurar faltas injustificadas do funcionário. A investigação busca esclarecer se ele deixou de comparecer ao trabalho por mais de 30 dias consecutivos.
O afastamento é provisório e permanecerá em vigor até a conclusão do Processo Administrativo Disciplinar. A decisão também estabelece prazo de cinco dias úteis para que ele entregue a arma de fogo e a carteira funcional.
Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo é escrivão concursado da Polícia Federal. Em 2 de janeiro, a corporação determinou seu retorno ao cargo, já que ele estava licenciado para exercer o mandato parlamentar.

