A Polícia Militar do Paraná confirmou a prisão de um homem investigado como autor do ataque a tiros que resultou na morte de um bebê de 8 meses e ferimentos em múltiplas pessoas em uma residência rural de Prudentópolis. O crime ocorrido na madrugada do último sábado (27 de dezembro de 2025) chocou a região e mobilizou equipes policiais em uma operação intensa nas últimas 48 horas. O ataque teria sido desencadeado após uma ocorrência de violência doméstica registrada na noite da sexta-feira anterior, na qual a companheira do suspeito teria sido ameaçada com arma de fogo. Horas depois, por volta das 4h da madrugada, o homem retornou armado à residência onde a mulher estava abrigada com familiares e abriu fogo contra todos que estavam no local. O tiroteio deixou ao menos sete pessoas feridas, incluindo adultos e crianças, com disparos de pistola e espingarda, e uma criança de menos de um ano acabou morrendo após uma tentativa de fuga pela mata, Importante: As perícias preliminares indicaram que a morte da bebê não resultou de disparos, e sim por asfixia acidental durante a fuga pela mata, enquanto a mãe tentava protegê-la, informou a Polícia Militar. A prisão do suspeito foi realizada após buscas, diligências e troca de informações com a Polícia Civil, que culminaram na captura do homem na tarde desta segunda-feira (29). As autoridades ainda não divulgaram o nome dos presos nem sua situação jurídica, como se ele responderá por homicídio doloso, tentativa de homicídio, lesão corporal ou violência doméstica agravada, mas confirmaram que o caso segue sob investigação pela Polícia Civil do Paraná (PCPR). A Polícia Militar havia divulgado pedido de ajuda à população para localizar os envolvidos, lembrando que qualquer informação poderia ser encaminhada pelo telefone de emergência 190 com garantia de sigilo. O ataque gerou forte comoção no Paraná, especialmente pela morte da criança e pela quantidade de adultos e crianças feridos. O caso também reacendeu o debate sobre a eficácia das medidas protetivas e o combate à violência doméstica armada em áreas rurais. Nos próximos dias, a Polícia Civil deverá divulgar detalhes sobre a motivação do crime, a participação de comparsas e os termos para eventual condução coercitiva ou preventiva dos presos.

