Candidatos interessados nas eleições de 2026 tiveram até o dia 4 de abril para renunciar ao cargo ou trocar de partido, conforme exigência do Tribunal Superior Eleitoral. A mudança deve ocorrer ao menos 6 meses antes das eleições para evitar vantagens indevidas, embora essa regra não se aplique a reeleições.
Entre os políticos que trocaram de partido, destacam-se Simone Tebet, que deixou o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) para se filiar ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) e concorrer ao Senado por São Paulo. Durante sua filiação, ela ressaltou a importância de apoiar o governo de Lula e a necessidade de eleger parlamentares.
Rodrigo Pacheco, senador que deixou o Partido Social Democrata (PSD), também se filiou ao PSB, visando a candidatura ao governo de Minas Gerais. Pacheco expressou alegria e esperança com sua nova filiação, destacando os ideais do PSB e sua longa história política.
Sérgio Moro, por sua vez, trocou o União Brasil pelo Partido Liberal (PL) para concorrer ao governo do Paraná, citando alinhamento de valores e a oposição ao governo Lula como razões para sua decisão. Por fim, Ronaldo Caiado, que era filiado ao União Brasil, anunciou sua mudança para o PSD, confirmando sua candidatura à Presidência nas redes sociais.


