O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, fez críticas ao ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e à ministra do Planejamento, Simone Tebet, durante um evento da comunidade evangélica. Nunes classificou a administração de Haddad como um fracasso histórico, afirmando que ele foi o "pior prefeito que já teve na história desta cidade" e um dos "piores ministros deste Brasil".
Nunes justificou suas declarações ao mencionar o recorde no pagamento de juros da dívida pública, que alcançou R$ 1 trilhão, e a suposta fuga de empresas do país sob a atual gestão econômica. O prefeito destacou que os "méritos" de Haddad são todos negativos.
As críticas também se estenderam a Simone Tebet, que recentemente trocou o MDB pelo PSB em busca de uma candidatura ao Senado por São Paulo em 2026. Nunes afirmou que a ministra se tornou uma "marionete do Lula", sugerindo que ela não teria viabilidade eleitoral em sua base política original, o Mato Grosso.
Projetando o futuro do grupo político de direita, Nunes enfatizou a importância da união para derrotar o atual governo federal. Ele mencionou nomes como Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior e Romeu Zema, defendendo que todos devem se unir em um eventual segundo turno para "resgatar o Brasil". As declarações de Nunes foram acompanhadas pelo governador Tarcísio de Freitas.

