O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a quebra dos sigilos bancário, telemático e fiscal de Fábio Luis Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula. Essa decisão foi tomada no mês passado, antes do pedido da CPMI do INSS, que foi aprovado recentemente.
A autorização foi feita a partir de um pedido da Polícia Federal, que investiga o envolvimento de Lulinha em um esquema de fraudes no INSS. Mensagens obtidas da investigação sugerem que foram repassados ao menos R$ 300 mil para “o filho do rapaz”, uma alusão a Lulinha.
A CPMI do INSS também aprovou a quebra de sigilo e novos relatórios de inteligência financeira. Durante a reunião, foram votados outros 86 requerimentos, incluindo novas convocações, resultando em tumulto entre os participantes.
Além disso, a CPMI deve ouvir o depoimento do empresário Paulo Camisotti, que está sendo investigado por sua suposta participação nas fraudes. Os parlamentares pretendiam ouvir outros dois depoentes, mas eles não compareceram à audiência.

