Recentemente, houve uma reflexão sobre a atuação do Supremo Tribunal Federal, que se posicionou como um ator político no Brasil. Essa mudança é vista como uma invasão das competências do Legislativo e do Executivo, transformando o STF em um "Supremo Poder" da República, acima das outras esferas.
A crítica se concentra na forma como o STF tem interpretado e, em alguns casos, reescrito a Constituição Federal. A intenção original dos constituintes era a criação de Três Poderes independentes e harmônicos, mas a atuação atual do STF é considerada uma violação dessa premissa, levando a reações políticas dos demais Poderes.
O respeito pelo Supremo, que já foi uma das instituições mais admiradas do país, diminuiu, e a interação entre seus ministros e a sociedade mudou. A crítica não se volta para a dignidade pessoal dos ministros, mas sim para a forma como a Corte tem exercido suas prerrogativas.
Há uma esperança de que o STF retome um perfil que reflita a era de ministros como Moreira Alves e Oscar Corrêa, evitando excessos e recuperando a confiança da população na instituição.

