Durante uma participação no podcast This Past Weekend, Robert F. Kennedy Jr., secretário de Saúde dos EUA, discutiu seu histórico com drogas. Ele mencionou que, durante a pandemia de Covid-19, formou um grupo de apoio clandestino, onde não temia os 'germes' da doença, pois já havia consumido cocaína em assentos de vasos sanitários no passado.
Após suas declarações, parlamentares democratas e grupos de oposição o consideraram 'perigoso' e passaram a exigir sua renúncia. O vício de Kennedy, que ele descreve como uma 'doença fatal', é atribuído ao trauma do assassinato de seu pai em 1968 e é marcado por duas prisões, uma por maconha em 1970 e outra por heroína em 1983, que ele considera um divisor de águas em sua busca pela sobriedade.
Apesar de sua narrativa de superação, críticos e organizações como a Protect Our Care afirmam que seu passado com drogas e opiniões polêmicas sobre saúde pública tornam sua permanência no cargo insustentável. A confissão sobre seu uso de cocaína intensificou a pressão pela sua saída, levantando dúvidas sobre sua capacidade de liderar a agência de saúde mais importante do país.

