A ampliação do seguro rural no Brasil passa pela combinação entre boa técnica no campo, previsibilidade orçamentária e articulação política.
A ampliação do seguro rural no Brasil passa pela combinação entre boa técnica no campo, previsibilidade orçamentária e articulação política. A 7ª Reunião Ordinária da Câmara Temática de Gestão do Risco Agropecuário do Ministério da Agricultura, realizada em São Paulo, reuniu representantes do governo, do setor segurador, do sistema financeiro e de entidades técnicas para discutir entraves, avanços e perspectivas do seguro agrícola no País.
Um dos principais pontos da pauta foi a apresentação do parecer do Ministério da Agricultura sobre temas estratégicos, com destaque para o projeto-piloto do ZARC (Zoneamento Agrícola de Risco Climático) baseado em manejo. A iniciativa busca incentivar boas práticas agrícolas como forma de mitigação de riscos, especialmente a seca, e atrelar essas práticas a uma subvenção diferenciada do seguro rural.
O projeto-piloto enfrentou entraves operacionais, como análise de solo e uso de imagens de satélite, além da falta de clareza inicial sobre os procedimentos. A expectativa inicial era a contratação de cerca de mil apólices, mas apenas 29 foram efetivadas.

