Na última quinta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) analisou a liminar de André Mendonça que solicitava a prorrogação da CPMI do INSS. A decisão de derrubar a liminar gerou debates sobre a interpretação das regras para a abertura e prorrogação de comissões parlamentares de inquérito. Os ministros argumentaram que o STF pode autorizar a criação de uma CPI com os votos necessários, mas não pode estender uma comissão já em andamento se houver resistência do presidente do Congresso.
O prazo para a prorrogação seria de 30 a 60 dias, ainda dentro do limite máximo de 120 dias previsto. No entanto, os ministros consideraram esse intervalo excessivo. Flávio Dino expressou preocupação com o risco de a CPMI se transformar em um

