A final da Copa do Mundo de 2026, ocorrida no último domingo (19) em Nova Jersey, nos Estados Unidos, trouxe à tona uma série de teorias da conspiração entre os torcedores argentinos, que acreditam que a vitória da Espanha já havia sido decidida antes mesmo do apito inicial. A seleção espanhola conquistou o bicampeonato mundial ao vencer a Argentina por 1 a 0, em uma partida marcada por um desempenho superior dos europeus, que controlaram o jogo e não permitiram que os sul-americanos finalizassem com precisão.
Os adeptos dessa nova teoria levantam pelo menos oito argumentos para justificar a crença de que o resultado da partida estava previamente definido. Entre os pontos levantados, destaca-se a ausência de Lautaro Martínez, que havia sido decisivo em jogos anteriores, e a falta de interação de Cucho Romero com Donald Trump durante a cerimônia de premiação. Além disso, o técnico Lionel Scaloni, ao avaliar a derrota, afirmou que a Espanha foi claramente melhor, negando qualquer possibilidade de interferência externa ou erros da arbitragem.
Os torcedores TAMBÉM mencionam a ausência de Diego Simeone, técnico do Atlético de Madrid, que não esteve presente na final, apesar de ter acompanhado a equipe argentina em outras fases do torneio. Outro fator que gerou desconfiança foi a não participação da família de Lionel Messi no evento, o que levou alguns a especularem sobre a moral da equipe. Além disso, a expulsão de Enzo Fernández por dois cartões amarelos considerados



