Robinho Jr., atacante que foi negociado com a Genoa na segunda metade de 2026, tem conquistado a confiança de Daniele De Rossi, ídolo do futebol italiano e Campeão da Copa do Mundo de 2006. Atualmente, De Rossi atua como treinador da equipe, e sua avaliação sobre o jovem jogador é bastante positiva, ressaltando a evolução de Robinho Jr. durante os treinamentos.
Em uma entrevista ao Gazzetta dello Sport, De Rossi expressou sua satisfação com o desempenho do brasileiro, afirmando que ele causou uma excelente impressão. O treinador destacou que a contratação de Robinho Jr. é uma estratégia voltada para o futuro, mas reconheceu que o jogador é interessante e possui habilidades que podem ser úteis ao time. "Ele faz coisas úteis, inteligentes; precisa ser construído fisicamente, mas sabe se posicionar dentro de campo", acrescentou o técnico.
Durante a Data Fifa, Robinho Jr. foi testado como titular em um amistoso contra o Rapid Bucareste. Apesar da derrota da Genoa por 2 a 0, De Rossi se mostrou satisfeito com a exibição do atacante brasileiro, que teve a oportunidade de mostrar seu potencial em campo.
A trajetória de Robinho Jr. no Santos, no entanto, foi marcada por um episódio polêmico. O jogador ganhou notoriedade após se envolver em uma discussão com Neymar, um dos principais nomes do elenco. O incidente ocorreu durante um treinamento no CT Rei Pelé, onde Neymar, irritado após ser driblado por Robinho Jr., acabou agredindo o jovem com uma rasteira.
O confronto gerou repercussão e deixou Robinho Jr. abalado, especialmente por se tratar de um jogador que considera Neymar uma referência. O atacante, que é próximo do astro desde a infância devido à amizade entre o pai e Neymar, viu a situação escalar rapidamente, sendo interrompida por outros atletas presentes no campo.
Após o ocorrido, Neymar entrou em contato com Robinho Jr. e seus familiares, pedindo desculpas e reconhecendo que sua reação foi exagerada. No entanto, o estafe do jovem atacante decidiu formalizar uma denúncia ao clube, ameaçando rescindir o contrato, alegando a "ausência de condições mínimas de segurança" no ambiente de trabalho.



