Com o aumento das viagens de fim de ano e o consequente maior fluxo nas rodovias brasileiras, o Centro Universitário FEI alerta para a importância de práticas que elevem a segurança no trânsito, especialmente o uso correto do cinto de segurança por todos os ocupantes do veículo. A professora Marcilei Guazzelli destaca que a ausência do cinto faz com que passageiros e objetos soltos se tornem riscos letais, mesmo em velocidades aparentemente baixas.
A energia envolvida em uma batida pode causar lesões graves quando o corpo não é contido adequadamente.
No Brasil, apesar da obrigatoriedade do uso do cinto de segurança, os números mostram uma adoção ainda incompleta entre passageiros. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019 indicam que 79,7% dos adultos relataram usar sempre cinto no banco dianteiro, enquanto apenas 54,6% afirmaram o mesmo quando ocupavam o banco traseiro.
A professora Marcilei Guazzelli explica que, em uma colisão, o veículo sofre uma desaceleração muito rápida, mas o corpo tende a manter o movimento que tinha antes do impacto, Sem o cinto, o passageiro continua se movendo e é projetado contra o interior do carro ou contra outras pessoas.

