O Cruzeiro conquistou uma importante vitória sobre o Boca Juniors, vencendo por 1 a 0 na noite de terça-feira (28) no Mineirão, em Belo Horizonte. A partida, que faz parte da terceira rodada da fase de grupos da edição de 2026 da Libertadores, foi marcada por um clima de tensão e disputas físicas, características dos confrontos sul-americanos.
O meio-campista Gerson, após o apito final, destacou a preparação do time para lidar com as táticas do adversário. Ele afirmou que o Boca Juniors tentou impor sua tradicional catimba, mas o Cruzeiro estava pronto para responder, mantendo o controle do jogo. Gerson mencionou a necessidade de saber administrar os momentos da partida, ressaltando que a vitória é o que realmente importa.
Durante o primeiro tempo, o nível técnico da partida foi considerado baixo, sem grandes jogadas ou oportunidades claras de gol. A disputa se concentrou em duelos físicos, o que deixou claro o caráter de um jogo Digno de Libertadores. A situação do jogo começou a mudar quando Adam Barreiro, ex-jogador do Fortaleza, foi expulso ao receber um cartão amarelo, deixando o Boca Juniors com um a menos na metade do primeiro tempo.
O árbitro uruguaio Estebán Ostojich teve uma decisão polêmica ao expulsar Barreiro, que, segundo sua interpretação, cometeu uma falta em Gerson. O contato, no entanto, foi considerado por muitos como mínimo, e a ausência de revisão pelo VAR gerou discussões entre os jogadores e a torcida.
Com a vantagem numérica, o Cruzeiro aumentou a pressão sobre a defesa adversária na segunda etapa, enquanto o Boca Juniors se concentrava em travar o jogo, praticamente desistindo de atacar. A pressão celeste resultou em um gol na reta final da partida. Em uma jogada pela direita, Matheus Pereira cruzou para Néiser Villarreal, que, sem goleiro na pequena área, apenas teve o trabalho de escorar a bola para o fundo da rede, garantindo a vitória ao Cruzeiro.



