Durante uma entrevista no programa Bom Dia, Ministro, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem um desempenho notavelmente superior ao de Jair Bolsonaro no que diz respeito ao agronegócio. A comparação foi feita em um contexto de referência ao futebol, onde Boulos declarou que Lula vence Bolsonaro por "7 a 1" nas políticas voltadas para o setor agrícola.
Essa declaração surgiu em resposta a questionamentos sobre a resistência política enfrentada pelo governo em Mato Grosso, um estado onde o agronegócio desempenha um papel crucial. Segundo Boulos, uma análise fundamentada em resultados objetivos revela avanços significativos na gestão atual, em contraste com a administração anterior.
Ele ressaltou que, em tempos de Copa do Mundo, a comparação entre os dois presidentes é ainda mais favorável a Lula, especialmente em relação às políticas que favorecem pequenos e médios produtores. A retomada do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o uso de compras públicas são algumas das ações mencionadas por Boulos como evidências do compromisso do governo com a agropecuária.
Boulos também destacou que os produtores rurais que se concentram na performance econômica do setor reconhecem os resultados positivos do governo federal. "Quem é da agricultura e está preocupado com o seu negócio, não com a baboseira ideológica do bolsonarismo, está satisfeito com o governo Lula", afirmou o ministro, enfatizando a importância de resultados concretos em detrimento de disputas ideológicas.
Além disso, o ministro mencionou o Plano Safra recorde e a reabertura de fábricas de fertilizantes da Petrobras na Bahia e em Sergipe como parte das ações do governo. Ele apontou que a dependência do Brasil em relação a fertilizantes é de 80%, e que a gestão anterior não tomou medidas efetivas para melhorar essa situação.
Boulos finalizou sua análise afirmando que parte da resistência ao governo Lula dentro do setor agropecuário é alimentada por questões políticas e ideológicas, não refletindo a realidade dos resultados econômicos alcançados. Ele mencionou que há pessoas que, influenciadas por ideologias do passado, continuam a negar os avanços da atual administração, independentemente das garantias e melhorias apresentadas pelo governo.



