Diante do conteúdo da publicação, a Polícia Federal solicitou a abertura de um inquérito contra Flávio Bolsonaro, alegando que a postagem atribuía “fatos criminosos” ao presidente Lula. Moraes autorizou a investigação em abril, e a defesa de Flávio Bolsonaro argumentou que a ação era uma “tentativa clara de cercear a liberdade de expressão e o livre exercício do mandato parlamentar”.
Durante o andamento do inquérito, a defesa do senador requereu o depoimento de nove pessoas, incluindo Lula, o senador Sergio Moro (PL-PR), o marqueteiro João Santana, a opositora venezuelana María Corina Machado e um procurador dos Estados Unidos. No entanto, todos os pedidos foram negados por Alexandre de Moraes, que afirmou que as diligências solicitadas poderiam levar a um “direcionamento” e “interferência” no inquérito, afirmando que não cabe ao investigado determinar a condução da investigação.



