A democracia brasileira depende da precisão na contagem da vontade do eleitor. A Justiça Eleitoral tem investido na modernização dos mecanismos de identificação, com a biometria sendo a fase mais avançada desse processo. A implementação, que foi interrompida pela crise sanitária global, foi retomada para abranger todo o eleitorado.
A obrigatoriedade do cadastramento biométrico para as eleições de 2026 é determinada por resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O TSE estabeleceu a meta de coletar impressões digitais e fotografias de 100% dos eleitores aptos. O comparecimento para a coleta é mandatório em municípios que estão passando pela revisão do eleitorado.
O não comparecimento resulta no cancelamento do título de eleitor, o que impede o cidadão de votar. Assim, a biometria se torna um pré-requisito para o sufrágio. Para novos alistamentos ou transferências, a coleta já é obrigatória nos cartórios que possuem o kit biométrico.
Após as eleições municipais de 2024, o TSE reabrirá o cadastro para atualizações visando 2026, intensificando as chamadas para a regularização biométrica. O eleitor deve verificar se seu domicílio eleitoral passará pelo procedimento de revisão obrigatória para garantir a aptidão ao voto.


