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Política

Câmara dos Deputados propõe tornozeleira rosa para agressores de violência doméstica

Um novo projeto de lei visa implementar tornozeleiras eletrônicas com identificação visual rosa para monitorar agressores em casos de violência contra a mulher. A proposta,...
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Na Câmara dos Deputados, foi apresentado um projeto de lei que sugere alterações no monitoramento eletrônico de agressores envolvidos em situações de violência doméstica. A proposta, de autoria da deputada Coronel Fernanda (PL-MT), prevê a adoção de uma identificação visual padronizada para os dispositivos utilizados, incluindo a possibilidade de que a cor rosa seja aplicada.

A iniciativa altera a Lei nº 15.383, que regulamenta o uso de tornozeleiras eletrônicas como uma medida de controle e prevenção. Segundo o texto da proposta, a aplicação da medida deve ocorrer com base em uma decisão judicial fundamentada, especialmente em casos considerados de alto risco.

O projeto detalha que a identificação visual deve atender a objetivos específicos, como facilitar a atuação das autoridades, permitir que o dispositivo seja reconhecido imediatamente e ampliar a proteção preventiva da vítima. Além disso, a proposta estabelece restrições, garantindo que a medida não resulte em exposição vexatória ou degradante, respeitando os critérios de proporcionalidade.

A parlamentar enfatizou que a proposta não visa impor uma punição adicional, mas sim atuar como um instrumento de proteção. A aplicação da medida dependerá de uma decisão judicial fundamentada, sempre observando os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da vedação ao tratamento degradante. Com isso, busca-se aprimorar uma política pública já existente, aumentando sua eficácia na proteção das vítimas e na prevenção da violência.

Outro aspecto importante abordado no projeto é que o Poder Executivo será encarregado de regulamentar a identificação visual, definindo padrões técnicos, níveis de visibilidade e possíveis exceções para a aplicação da medida. A justificativa apresentada pela autora do projeto destaca que, apesar dos avanços trazidos pela legislação atual quanto ao uso do monitoramento eletrônico, ainda existem limitações práticas que precisam ser superadas.

A proposta argumenta que a falta de uma identificação visível diminui a eficácia da fiscalização e reduz o impacto preventivo sobre os agressores. Assim, a medida é vista como essencial para garantir uma proteção mais efetiva às vítimas, ressaltando que a aplicação dependerá da análise do Poder Judiciário em cada situação específica.

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