Na noite de quinta-feira, 27 de agosto de 2026, um acidente trágico em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, deixou um motorista morto após uma colisão com um caminhão. O acidente ocorreu no bairro Cachoeira, quando o caminhoneiro invadiu a contramão e bateu de frente com o carro da vítima. O impacto foi tão violento que o motorista ficou preso às ferragens e não sobreviveu ao acidente.
O Corpo de Bombeiros foi chamado para atender a ocorrência e, ao chegarem ao local, encontraram a vítima já sem vida, com lesões que eram incompatíveis com a sobrevivência. O caminhoneiro, que causou o acidente, fugiu imediatamente após a colisão, mas a placa do caminhão ficou presa ao veículo da vítima, facilitando a identificação.
Marcelo Pereira, socorrista do Resgate Voluntário Parceiros da Vida, comentou sobre a situação, informando que testemunhas relataram a fuga do motorista do caminhão. A placa, que ficou colada no carro da vítima, já ajudou na investigação do caso.
O pastor Benedito Lucio Teixeira, amigo da vítima há duas décadas, lamentou a morte do homem, que era conhecido na comunidade e trabalhava em um açougue. Ele destacou que a vítima tinha uma esposa e um filho e fazia seus trajetos diários normalmente, retornando para casa após o trabalho. "Ele era muito conhecido. Há 20 anos que nós nos conhecemos. Tem uns 10 anos que ele era evangélico", disse Teixeira, expressando sua tristeza pela tragédia.
Uma testemunha do acidente, que estava a caminho de São José dos Pinhais para realizar uma entrega, relatou que viu o caminhão caçamba cerca de 900 metros antes do local da colisão. Segundo ela, o caminhão trafegava em alta velocidade e, ao passar por uma lombada, chegou a saltar. A testemunha também mencionou que viu faíscas saindo da parte inferior do veículo.
Após o acidente, a testemunha encontrou novamente o caminhão, que parecia ter saído de uma área de mata, possivelmente após a colisão. O motorista do caminhão teria dado ré e deixado o local rapidamente, entrando em uma estrada de chão a menos de 100 metros do acidente. Para cumprir seu dever cívico, a testemunha decidiu retornar ao local do acidente para prestar depoimento à polícia sobre o ocorrido, enfatizando a necessidade de justiça para a vítima, um pai de família que perdeu a vida de maneira tão abrupta.



