Neste domingo (19), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez sua aparição na final da Copa do Mundo, realizada em um estádio de Nova Jersey. Apesar de ser recebido com vaias breves ao ser exibido no telão, Trump não hesitou em aproveitar os holofotes da competição, que teve como protagonistas as seleções da Espanha e Argentina.
Chegando em seu helicóptero Marine One, Trump não apenas ocupou um lugar no camarote VIP, como também teve a oportunidade de tocar o troféu da Copa do Mundo. Durante o evento, ele foi visto sentando-se ao lado do chefe da FIFA, Gianni Infantino, e da primeira-dama Melania Trump. O presidente ficou em pé e prestou continência durante a execução do hino nacional dos EUA, demonstrando respeito ao país anfitrião.
Embora tenha enfrentado vaias moderadas quando sua imagem foi projetada nos telões, a recepção foi menos hostil do que em outras ocasiões em eventos esportivos. Antes do início da partida, Trump expressou sua expectativa de que o famoso jogador Lionel Messi pudesse ser fundamental para a vitória da Argentina, elogiando também o presidente argentino, Javier Milei, que não estava presente por questões supersticiosas.
Trump compartilhou o espaço com outras figuras políticas, incluindo a presidente do México, Claudia Sheinbaum, e o primeiro-ministro canadense, Mark Carney. As relações entre os EUA e esses países têm sido tensas, especialmente devido a questões de imigração e tarifas comerciais. Na sexta-feira (17), o presidente americano havia ameaçado o Canadá com tarifas em resposta a problemas de qualidade do ar causados por incêndios florestais.
As interações de Trump no evento também incluíram cumprimentos ao primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez, que compareceu com a família real da Espanha. Durante a competição, Trump comentou sobre o impacto positivo que o torneio trouxe para a popularização do futebol nos Estados Unidos, afirmando que o país sempre teve uma conexão com o esporte.
Desde que reassumiu o cargo em janeiro de 2025, Trump se associou à Copa do Mundo de maneira significativa, recebendo Infantino em diversas ocasiões no Salão Oval. No entanto, as políticas de imigração de seu governo criaram barreiras para alguns torcedores que encontraram dificuldades com vistos.



