O candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro, do PL, destacou a necessidade de realizar um 'tesouraço' nos gastos públicos, propondo investimentos em tecnologia e inteligência artificial para melhorar a gestão fiscal. Ele criticou a atual administração, afirmando que 'o orçamento está muito apertado porque há corrupção para tudo'.
Bolsonaro enfatizou que, com a implementação de soluções tecnológicas, é possível reduzir custos operacionais e simplificar a burocracia. Ele argumentou que o Brasil não pode continuar em uma situação fiscal insustentável, a qual, segundo ele, é resultado da irresponsabilidade do governo atual. "Nós vamos investir muito na gestão tecnológica, da inteligência artificial. Com menos custos, menos carros, combatendo os gargalos que existem hoje e organizando as contas públicas", afirmou.
Em relação à taxa de juros, atualmente uma das mais altas do mundo, Flávio Bolsonaro prometeu um governo mais eficiente. Ele declarou: "Seremos um governo enxuto, moderno e que vai cortar esses gargalos, vai cortar as despesas, tesourar a burocracia, tesourar os impostos e buscar novas fontes de receita".
O candidato também mencionou a intenção de acelerar a exploração de petróleo na Margem Equatorial, uma proposta que já estava no plano do ex-presidente Jair Bolsonaro em 2022. Ele ressaltou que, após quase quatro anos de governo atual, o projeto não avançou. Flávio Bolsonaro acredita que a exploração de petróleo pode gerar uma segurança jurídica que atraia investimentos e, consequentemente, melhore as receitas do país.
"Com isso eu não tenho dúvida, cada um ponto de taxa de juro a menos, são mais de R$ 900 bilhões por ano para o nosso orçamento. Eu estimo em R$ 35 bilhões a R$ 40 bilhões em 4 anos e isso é perfeitamente possível quando nós iniciarmos o nosso governo", concluiu.
Flávio Bolsonaro participou, na manhã de hoje, de uma reunião em São Paulo com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador, Gustavo Villatoro.



