O foco da investigação solicitado pelo ministro incluirá a análise das circunstâncias que levaram ao arquivamento prematuro de uma denúncia feita pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em relação ao Grupo Master. Dino também expressou a necessidade de apurar se houve interferências indevidas na atuação da CVM, além de investigar se houve vazamento ou ocultação de informações por parte de agentes da autarquia.
Além disso, a investigação deve considerar as implicações penais e as ligações com o “fundo funerário” FII CARE11. O ministro indicou a possibilidade de que pessoas com foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal (STF) possam estar envolvidas nas irregularidades apuradas.
A solicitação de Flávio Dino representa um passo significativo em direção à responsabilização de entidades e indivíduos envolvidos em possíveis práticas irregulares, ressaltando a importância de uma fiscalização efetiva no setor financeiro.



