O presidente da FIFA, Gianni Infantino, abordou a controvérsia envolvendo a decisão dos Estados Unidos de barrar a entrada do árbitro Omar Artan, natural da Somália, para apitar partidas da Copa do Mundo de 2026. Em uma coletiva de imprensa realizada na quarta-feira, 10, Infantino minimizou a importância da atitude adotada pelo país anfitrião, que gerou repercussões no cenário esportivo internacional.
Durante sua fala, Infantino destacou que a FIFA, como entidade máxima do futebol, não tem controle sobre todas as ações que ocorrem em relação à organização dos eventos. O mandatário enfatizou que o foco deve estar na realização da Copa do Mundo e que questões como essa são apenas parte do processo.
Infantino também aconselhou que, em momentos de tensão, é importante que as pessoas procurem relaxar e descansar, sugerindo que a polêmica não deve ser levada tão a sério. Sua declaração reflete uma tentativa de desviar a atenção do incidente e reafirmar a confiança na capacidade da FIFA de conduzir a competição sem maiores contratempos.
A situação envolvendo Omar Artan e sua não autorização para entrar nos EUA levanta questões sobre a gestão dos árbitros e as escolhas feitas para a Copa do Mundo, um evento que atrai atenção global e exige a presença de profissionais qualificados.
A FIFA continua a se preparar para a Copa do Mundo de 2026, que será realizada em conjunto nos Estados Unidos, Canadá e México, e busca garantir que todos os aspectos da competição sejam conduzidos de maneira adequada. A entidade, sob a liderança de Infantino, está atenta ao desenrolar das questões administrativas e operacionais que possam surgir até o início do torneio.



