De 2022 a 2026, o governo federal desembolsou R$ 37 milhões com despesas relacionadas a ex-presidentes da República. A ex-presidente Dilma Rousseff concentra o maior volume de gastos no período, com R$ 7,9 milhões. Em 2025, sozinha, suas despesas somaram R$ 2,3 milhões.
O ex-presidente Fernando Collor de Mello também aparece em seguida, com R$ 7,6 milhões no intervalo analisado. Mesmo em prisão domiciliar desde maio de 2025, os custos associados a Collor permaneceram elevados: apenas no ano passado, foram R$ 2,2 milhões.
A tendência é de aumento dessas despesas após uma decisão da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 6ª Região.
Além disso, Michel Temer, José Sarney e Fernando Henrique Cardoso também recebem benefícios de ex-presidentes, totalizando R$ 4,1 milhões e R$ 3,3 milhões, respectivamente.



