Por outro lado, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, criticou o resultado da votação, afirmando que a aliança entre bolsonarismo e chantagem política prevaleceu, e que o Senado saiu menor desse episódio. Boulos fez sua declaração por meio de uma postagem também nas redes sociais.
A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) considerou a rejeição uma injustiça, refletindo a insatisfação de muitos no Partido dos Trabalhadores. Em contrapartida, o senador Rogério Marinho (PL-RN) interpretou a rejeição como uma “derrota histórica” do PT. Ele afirmou que a decisão do Senado foi uma clara demonstração de que o Parlamento reagiu contra um projeto de poder que, segundo ele, colocava em risco a democracia.
Marinho também destacou que a rejeição de Messias sinaliza que o Brasil busca normalidade democrática e que o próximo nome para o STF deve ser escolhido após as eleições, com novos critérios e legitimidade. Ele comentou: "O Parlamento reagiu e deixou claro: Lula é mercadoria vencida!".
Esse episódio no Senado levanta questões sobre os próximos passos na formação da composição do STF e sobre o impacto das decisões políticas na relação entre os Poderes.
A votação e suas consequências refletem um momento crítico na política brasileira, especialmente em um cenário marcado por tensões entre diferentes grupos e ideologias. O futuro do Supremo e das articulações políticas no país continua incerto, à medida que as reações a essa decisão se desdobram entre os diversos setores da sociedade.



