Na edição desta segunda-feira (17) do PROGRAMA ALive, Rogério Marinho, senador e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, apresentou uma visão otimista sobre as propostas do candidato do PL à Presidência da República. Marinho afirmou que Flávio possui as competências necessárias para recolocar o Brasil no caminho da prosperidade, destacando a segurança e a pertinência de suas ideias frente aos desafios do país.
O senador comentou sobre o evento de lançamento da campanha, realizado na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, classificando-o como um sucesso. Segundo ele, a atuação de Flávio foi incisiva e representativa da direita no Brasil, abordando questões relevantes que o país enfrenta atualmente. Marinho enfatizou a urgência de restabelecer o poder de compra da população, criticando a atual gestão fiscal, que, segundo ele, gera um legado negativo para as futuras gerações.
Marinho fez uma análise crítica da situação fiscal do Brasil, alertando que a dívida interna deverá aumentar em quase 3 trilhões de reais até o final do governo Lula. Ele ressaltou que isso representa um crescimento de quase 14 pontos percentuais em relação ao Produto Interno Bruto, o que contribui para uma inflação alarmante, especialmente para as famílias de baixa renda.
O coordenador da campanha também elogiou o amadurecimento de Flávio ao longo da pré-campanha, afirmando que ele está preparado para vencer as eleições, possivelmente até no primeiro turno. Marinho destacou que o plano de governo de Flávio, que vem sendo desenvolvido há cerca de 10 meses, é ousado e reflete as bases do governo anterior de Jair Bolsonaro.
Uma das propostas centrais do PL é a digitalização total dos serviços do governo federal, um avanço que, , foi negligenciado na gestão atual. Ele mencionou o uso de inteligência artificial como uma ferramenta para melhorar a eficiência dos serviços prestados ao cidadão, incluindo a integração de prontuários médicos.
Marinho concluiu sua fala afirmando que, caso Flávio assuma a Presidência, o Brasil terá um líder disposto a combater o populismo, promovendo uma gestão focada na segurança pública, no controle da inflação e na melhoria do poder de compra da população. Ele defendeu uma reforma dos programas sociais, visando a capacitação e reintegração das pessoas à sociedade, ao invés de mantê-las em uma situação de dependência do Estado.



