O São Paulo não definiu qual marca dará nome ao Estádio Morumbi a partir de fevereiro de 2027. O contrato com a Mondelēz expira em 31 de janeiro, mas o clube avalia a possibilidade de estender a parceria iniciada no começo de 2024. A negociação permanece em aberto, e a diretoria não descarta a continuidade da atual patrocinadora.
André Marques, diretor de marketing do Tricolor Paulista, informou que as conversas prosseguem. De acordo com o dirigente, a relação entre as partes é positiva e existem condições para debater novas ações comerciais, nos moldes das ativações feitas quando a empresa assumiu os naming rights do estádio.
A Mondelēz não é a única opção considerada pelo São Paulo. Nos últimos meses, o clube também dialogou com outras empresas interessadas em vincular suas marcas ao estádio. Uma delas foi a montadora chinesa BYD, em uma proposta que poderia resultar no nome "MorumBYD". Até o momento, as tratativas não evoluíram.
A diretoria pretende manter alternativas enquanto busca uma definição. André Marques declarou que o clube continua ouvindo possíveis parceiros, mas ressaltou que o vínculo atual segue válido e que nenhuma decisão pode ser tomada antes da assinatura de um novo contrato. O acordo vigente, firmado na gestão de Julio Casares, garantiu ao São Paulo R$ 75 milhões ao longo de três anos, com pagamento anual de R$ 25 milhões.
Para a próxima etapa, o Tricolor Paulista busca preservar o potencial de arrecadação dos naming rights, independentemente da empresa escolhida. A avaliação interna é que o "Morumbis" tem relevância esportiva e comercial suficiente para atrair marcas interessadas em associar sua imagem a um dos estádios mais conhecidos do país.



