A influenciadora Pietra Bertolazzi divulgou uma nota nesta sexta-feira (24) em resposta à polêmica gerada por seus comentários sobre o BTS, durante a final da Copa do Mundo de 2026. Ela relatou ter sido alvo de uma série de ataques nas redes sociais, que classificou como ação de uma "organização criminosa".
Pietra revelou que a situação, que ela considera ter ultrapassado a simples discordância de opiniões, já está sendo investigada pela Delegacia de Crimes Cibernéticos de São Paulo. A influenciadora afirmou que está reunindo provas dos ataques que recebeu, os quais ela considera coordenados e criminosos, para encaminhá-las às autoridades competentes.
Em sua declaração, Pietra mencionou que os ataques começaram após sua crítica ao grupo sul-coreano. Ela destacou que as ofensas incluem mensagens e ações de perfis que podem ser considerados criminosos. "Nos últimos dias, tornei-me alvo de todos os tipos de ataques coordenados por parte do que se pode considerar uma organização criminosa após a manifestação de uma opinião sobre um tema de interesse público e cultural", afirmou.
A influenciadora também negou as acusações de xenofobia e homofobia, esclarecendo que sua crítica se dirigiu apenas a uma estética da indústria do entretenimento contemporâneo, e não à cultura sul-coreana. Para exemplificar seu ponto de vista, Pietra citou o boxeador japonês Naoya Inoue, afirmando que sua referência estava ligada a uma perspectiva pessoal sobre masculinidade e não a uma crítica direcionada a uma nacionalidade específica.
Ela explicou que usou o termo "afeminado" para descrever características de aparência e expressão, sem relação com a orientação sexual. Além disso, Pietra mencionou que os ataques que recebeu também tiveram um caráter misógino, com ofensas relacionadas a seu gênero e críticas à sua fé cristã.
Pietra Bertolazzi afirmou que está disposta a colaborar com as investigações, mas não fará novos comentários públicos sobre o assunto enquanto o processo estiver em andamento. "Divergências de opinião pertencem a um estado livre. Ameaças de morte, perseguição, falsidade ideológica, organização criminosa, fraude, roubo, exposição de dados pessoais e intimidação pertencem ao Código Penal", concluiu em sua nota.



