Curitiba foi reconhecida como a capital brasileira com a melhor qualidade de vida, conforme o Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026. Este índice avalia o bem-estar da população com base em 57 indicadores sociais e ambientais, agrupados em três dimensões principais: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades. A avaliação incluiu todos os 5.570 municípios do Brasil.
No ranking, Curitiba ocupa a quinta posição nacional, com uma média de 71,29, sendo a capital melhor colocada. As quatro primeiras posições são ocupadas por municípios do Estado de São Paulo, com Gavião Peixoto liderando com 73,1, seguido por Jundiaí (71,8), Osvaldo Cruz (71,76) e Pompeia (71,76). Além de Curitiba, Brasília também aparece entre as 20 cidades com as melhores avaliações, ocupando a 17ª posição.
Confira a lista dos municípios que se destacaram na pesquisa: Gavião Peixoto (SP) – 73,10, Jundiaí (SP) – 71,80, Osvaldo Cruz (SP) – 71,76, Pompeia (SP) – 71,76, Curitiba (PR) – 71,29, Nova Lima (MG) – 71,22, Gabriel Monteiro (SP) – 71,16, Cornélio Procópio (PR) – 71,16, e outros.
Quando se observa apenas as capitais, Curitiba, Brasília e São Paulo são as únicas que possuem média acima de 70. Por outro lado, Macapá e Porto Velho registraram as piores avaliações, com médias abaixo de 60. O ranking das capitais é o seguinte: Curitiba (PR) – 71,29, Brasília (DF) – 70,73, São Paulo (SP) – 70,64, Campo Grande (MS) – 69,77, e Belo Horizonte (MG) – 69,66, entre outros.
Este é o terceiro ano consecutivo em que o IPS é divulgado, e Curitiba tem se destacado, já que no ano de 2024 figurou como a quinta melhor capital, e nos dois anos seguintes assegurou a liderança da pesquisa.
A metodologia utilizada no IPS Brasil 2026 foi desenvolvida pela Social Progress Imperative e adaptada para o Brasil pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), em colaboração com a Fundação Avina, o Centro de Empreendedorismo da Amazônia, a iniciativa Amazônia 2030 e a Anattá Pesquisa e Desenvolvimento. Os dados utilizados são provenientes de fontes oficiais, incluindo IBGE, DataSUS, e os ministérios da Educação, Saúde e Desenvolvimento Social, e o índice varia de 0 a 100, medindo diretamente resultados sociais e ambientais, sem considerar indicadores econômicos.



