Na sua manifestação, Eduardo Bolsonaro explicou que o escritório de advocacia de Paulo Calixto, que representa o Havengate Development Fund LP, gerencia a "gestão burocrática, financeira e legal dos recursos" do projeto cinematográfico. Ele também destacou que apresentou Calixto ao deputado federal e produtor executivo do filme, Mario Frias (PL-SP).
Eduardo ainda fez uma série de afirmações em sua publicação, citando que, caso tivesse recebido dinheiro do fundo, seu status migratório nos Estados Unidos teria sido comprometido, além de ressaltar que não ocupou qualquer cargo de gestão ou emprego no fundo, limitando-se a ceder seus direitos de imagem.
Destacou também que o filme é um projeto legítimo e que todos os investimentos foram realizados nos EUA, devido à segurança jurídica oferecida pelo país. O ex-deputado criticou a ideia de que sua família poderia ter algum tipo de vantagem em um cenário de perseguição política, onde seu pai estava preso, ele estava exilado e seu irmão ainda não era candidato.
Para Eduardo, a narrativa que sugere ilicitude em relação ao patrocínio do filme é apenas uma tentativa de deslegitimar sua imagem e a de sua família. Ele finalizou afirmando que as acusações são infundadas e visam criar uma falsa associação de ilegalidade em suas atividades relacionadas ao cinema.



